Pular para o conteúdo principal
Acessibilidade
Preferências visuais
Defensoria Pública do Estado do Tocantins
Menu

Unidade Prisional Feminina vai ganhar ateliê para a produção de artesanato das reeducandas

Loise Maria

As reeducandas da UPFP – Unidade Prisional Feminina de Palmas ganharam mais uma possibilidade de reinserção social, através de iniciativa da DPE-TO – Defensoria Pública do Estado do Tocantins. Após o sucesso do projeto Bazar Três Pontos, onde as reeducandas produzem artesanato para geração de renda e remição de pena, o projeto “Linha e Arte: Um Recomeço” vai garantir um espaço especial para a produção das obras, dentro da unidade prisional, ampliando o seu campo e possibilidade de atuação.

De iniciativa e coordenação da DPE- TO com apoio da Sedeps – Secretaria Estadual de Defesa e Proteção Social e da OAB-TO – Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Tocantins, o projeto “Linha e Arte: Um Recomeço” foi lançado na terça-feira, 22, na Unidade Prisional Feminina de Palmas. A Defensoria Pública foi representada, na ocasião, pela assistente social Simone Martins, e o encontro contou ainda com a presença da secretária de estadual de Defesa e Proteção Social, Gleidy Braga; da diretora da UPFP, Maria Soares Maione; e do diácono Marcos Antônio Soares, presidente da Pastoral Carcerária.

Por meio do projeto “Bazar Três Pontos”, as reeducandas produzem e vendem bonecas, tapetes, passadeiras para piso, caminhos de mesa, jogos para banheiros, chaveiros e pesos para firmar portas, confeccionados em crochê, tecidos, linhas e material reciclável. Para a defensora pública, Maurina Jácome Santana, que coordena ambos os projetos, o objetivo principal é capacitar as reeducandas para a reabilitação. “O ateliê vem coroar o trabalho que já desenvolvemos com o projeto Bazar Três Pontos, numa referência a trabalho, liberdade e geração de renda. É uma iniciativa que tem transformado a vida das reeducandas que, até então, só conheciam os muros da dura vida no encarceramento”, considera.

 

Ateliê

O ateliê está previsto para funcionar na UPFP a partir do mês de outubro deste ano, dando início à execução do projeto. “A Defensoria Pública é proponente do projeto e já captamos cerca de R$ 30 mil, que serão investidos em aviamentos, aulas teóricas e práticas acompanhadas por instrutores aptos, máquinas industriais, linhas e outros”, explica a Defensora Pública. O recurso é gerido pela Ação Social Arquidiocesana de Palmas, Pastoral carcerária, Caritas e BNDES.

 

Texto: Cinthia Abreu

Loise Maria
Loise Maria
Loise Maria
Unidade Prisional Feminina vai ganhar ateliê para a produção de artesanato das reeducandas | DPE-TO