União de esforços no combate à corrupção é reforçada pela Defensoria Pública durante Fórum

A Defensoria Pública do Tocantins participou, na manhã desta sexta-feira, 9, da sua primeira ação no Fórum Tocantinense de Combate à Corrupção – FOCCO, que trouxe como tema de painel “Transparência: Instrumento eficaz no combate à corrupção”, no auditório do Tribunal de Contas do Estado, em Palmas.
Representando o defensor público geral, Marcello Tomaz de Souza, o defensor público Arthur Luiz Pádua Marques, coordenador do Núcleo de Ações Coletivas, esteve presente no evento e reforçou a necessidade da união entre as instituições no combate à corrupção. “É preciso unir esforços para combater o maior mal que a sociedade vive atualmente, pois somos nós mesmos os primeiros a pagar o preço da corrupção que está cada vez mais constitucionalizada e agravante no Tocantins. Precisamos cuidar também de nossas instituições”.
E sobre o preço da corrupção, o conselheiro Antônio Nominando Diniz do Tribunal de Contas da Paraíba, que ministrou a palestra sobre transparência, expôs valores reais deste mal. Com base em dados do Tribunal de Contas da União, a corrupção é três vezes superior aos gastos com o Programa “Bolsa Família”, que em 2010 totalizou o valor de 14 bilhões.
A programação do Fórum foi finalizada com mesa redonda composta por membros das instituições que integram a Rede de Controle, na qual o Tocantins foi o sétimo Estado a integrar, em 2009. Durante o debate, representantes do Tribunal de Contas do Tocantins, Ministério Público Estadual, Tribunal de Contas da União, Polícia Federal, Advocacia Geral da União, Procuradoria Geral do Tocantins, Controladoria Geral no Estado, Controladoria Geral da União, Tribunal de Justiça, Delegacia da Receita Federal, Ministério Público Federal, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, mediados pelo jornalista Marcelo Silva, esclareceram sobre suas ferramentas e ações que poderão ser executadas no combate à corrupção.
Representando o defensor público geral, Marcello Tomaz de Souza, o defensor público Arthur Luiz Pádua Marques, coordenador do Núcleo de Ações Coletivas, esteve presente no evento e reforçou a necessidade da união entre as instituições no combate à corrupção. “É preciso unir esforços para combater o maior mal que a sociedade vive atualmente, pois somos nós mesmos os primeiros a pagar o preço da corrupção que está cada vez mais constitucionalizada e agravante no Tocantins. Precisamos cuidar também de nossas instituições”.
E sobre o preço da corrupção, o conselheiro Antônio Nominando Diniz do Tribunal de Contas da Paraíba, que ministrou a palestra sobre transparência, expôs valores reais deste mal. Com base em dados do Tribunal de Contas da União, a corrupção é três vezes superior aos gastos com o Programa “Bolsa Família”, que em 2010 totalizou o valor de 14 bilhões.
A programação do Fórum foi finalizada com mesa redonda composta por membros das instituições que integram a Rede de Controle, na qual o Tocantins foi o sétimo Estado a integrar, em 2009. Durante o debate, representantes do Tribunal de Contas do Tocantins, Ministério Público Estadual, Tribunal de Contas da União, Polícia Federal, Advocacia Geral da União, Procuradoria Geral do Tocantins, Controladoria Geral no Estado, Controladoria Geral da União, Tribunal de Justiça, Delegacia da Receita Federal, Ministério Público Federal, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, mediados pelo jornalista Marcelo Silva, esclareceram sobre suas ferramentas e ações que poderão ser executadas no combate à corrupção.
