Taipas recebe orientações do Projeto Idoso em Primeiro Lugar

Dando continuidade ao Projeto “Idoso em Primeiro Lugar”, foi realizada em Taipas uma palestra com o tema “Os tipos de violências que são praticadas contra os idosos e suas consequências”. O evento aconteceu no dia 14 de agosto e contou com a parceria do Centro de Referência da Assistência Social – CRAS, e teve como palestrante a analista em Serviço Social da Defensoria Pública em Dianópolis, Cilda Ledi Bley.
Após 15 anos da edição da Lei de Política Nacional do Idoso – Lei 8842/94, e 6 anos após a criação do Estatuto do Idoso, é pouca a adoção de prática garantidora dos direitos dos idosos no Brasil. Segundo dados do IBGE/2009, 95% dos idosos moram com parentes; em 26% das famílias, existe uma pessoa idosa; 93 % das agressões físicas são cometidas por familiares (filhos, netos, cônjuge); e 7% são cometidas por outros parentes. “Com esses dados, constatamos que a família, que deveria proteger e dar amor e carinho ao idoso, é a causadora da maior parte dos casos de violência contra os mesmos” relatou a Palestrante.
Durante a palestra, também foram ressaltados os tipos de violências praticadas contra os idosos: física, moral, psicológica e patrimonial; e em questionamentos aos participantes, foram constatados que 12% dos idosos administram seu beneficio de aposentadoria e 88% não administram seu beneficio, ficando sob a responsabilidade da família o cartão e o controle da referida aposentadoria.
“A partir desses dados, podemos comprovar que o perfil da grande demanda dos atendimentos que a Defensoria Pública presta aos idosos é o de acompanhamento a denúncias de reclamações sobre a violência patrimonial cometida por familiares. Nós da Defensoria atendemos qualquer tipo de discriminação, desrespeito, maus-tratos e violência contra pessoa idosa; aplicando métodos e técnicas de mediações para soluções pacíficas de conflitos, encaminhamento a rede de proteção ao idoso e mobilizações sócio-educativas junto à sociedade, com foco na prevenção e erradicação da violência e o preconceito contra a pessoa idosa”, concluiu Cilda.
Após 15 anos da edição da Lei de Política Nacional do Idoso – Lei 8842/94, e 6 anos após a criação do Estatuto do Idoso, é pouca a adoção de prática garantidora dos direitos dos idosos no Brasil. Segundo dados do IBGE/2009, 95% dos idosos moram com parentes; em 26% das famílias, existe uma pessoa idosa; 93 % das agressões físicas são cometidas por familiares (filhos, netos, cônjuge); e 7% são cometidas por outros parentes. “Com esses dados, constatamos que a família, que deveria proteger e dar amor e carinho ao idoso, é a causadora da maior parte dos casos de violência contra os mesmos” relatou a Palestrante.
Durante a palestra, também foram ressaltados os tipos de violências praticadas contra os idosos: física, moral, psicológica e patrimonial; e em questionamentos aos participantes, foram constatados que 12% dos idosos administram seu beneficio de aposentadoria e 88% não administram seu beneficio, ficando sob a responsabilidade da família o cartão e o controle da referida aposentadoria.
“A partir desses dados, podemos comprovar que o perfil da grande demanda dos atendimentos que a Defensoria Pública presta aos idosos é o de acompanhamento a denúncias de reclamações sobre a violência patrimonial cometida por familiares. Nós da Defensoria atendemos qualquer tipo de discriminação, desrespeito, maus-tratos e violência contra pessoa idosa; aplicando métodos e técnicas de mediações para soluções pacíficas de conflitos, encaminhamento a rede de proteção ao idoso e mobilizações sócio-educativas junto à sociedade, com foco na prevenção e erradicação da violência e o preconceito contra a pessoa idosa”, concluiu Cilda.
