Seminário Jurídico promovido pelo Cejur reuniu mais de 200 pessoas

“As expectativas com esse evento foram superadas. Capacitar profissionais do Direito para melhor atender a população tocantinense, em especial aqueles que procuram a Defensoria Pública em busca de garantia dos seus direitos. Nosso objetivo foi alcançado, e quem ganha é a população”. Essa foi a avaliação feita pela coordenadora do Centro de Estudos Jurídicos – CEJUR, defensora pública Fabiana Razera, que realizou na última semana o Seminário Jurídico “Direito das famílias e sucessões”.
Cerca de 200 pessoas participaram do Seminário, entre Defensores Públicos, Promotores de Justiça, analistas jurídicos, profissionais e estudantes do Direito. O grande número de participantes se deve ao tema escolhido pelo CEJUR, que está relacionado com os direitos do cidadão na área de família, e que na Defensoria Pública do Tocantins é a maior demanda, com um registro de 80 % dos atendimentos da Instituição.
O promotor de Justiça do Ministério Público do Estado da Bahia, Cristiano Chaves de Farias, que também é Especialista em Direito Difusos e mestre em Ciências da Família na Sociedade Contemporânea, debateu com os participantes temas atuais e de grande relevância como a situação jurídica das uniões homoafetivas; as uniões afetivas com diversos núcleos familiares; e a questão da alienação parental. Segundo Farias, é necessária uma maior atenção por parte do Juiz, Defensor, Promotor ou outro profissional do Direito em relação à criança e ao adolescente serem usados como instrumento de chantagem ou de vingança nas relações desfeitas. Filiação afetiva, mudanças na legislação dos filhos, e também questões sobre fertilização artificial também foram discutidos durante o Seminário Jurídico.
“Evento como estes são importantes porque além do conhecimento trazido pelo palestrante, o contato com outros operadores do Direito e a troca de experiência também contribuíram para o engrandecimento profissional, principalmente para nós que estamos nos formando em Direito este ano, e que vamos nos deparar com essas demandas no dia a dia”, disse o estudante do nono período do Curso de Direito, Paulo Henrique da Silva.
Para o próximo semestre, o CEJUR estará organizando mais um Seminário Jurídico para Defensores Públicos e profissionais da área. O tema ainda está sendo discutido com a coordenação do Centro.
Cerca de 200 pessoas participaram do Seminário, entre Defensores Públicos, Promotores de Justiça, analistas jurídicos, profissionais e estudantes do Direito. O grande número de participantes se deve ao tema escolhido pelo CEJUR, que está relacionado com os direitos do cidadão na área de família, e que na Defensoria Pública do Tocantins é a maior demanda, com um registro de 80 % dos atendimentos da Instituição.
O promotor de Justiça do Ministério Público do Estado da Bahia, Cristiano Chaves de Farias, que também é Especialista em Direito Difusos e mestre em Ciências da Família na Sociedade Contemporânea, debateu com os participantes temas atuais e de grande relevância como a situação jurídica das uniões homoafetivas; as uniões afetivas com diversos núcleos familiares; e a questão da alienação parental. Segundo Farias, é necessária uma maior atenção por parte do Juiz, Defensor, Promotor ou outro profissional do Direito em relação à criança e ao adolescente serem usados como instrumento de chantagem ou de vingança nas relações desfeitas. Filiação afetiva, mudanças na legislação dos filhos, e também questões sobre fertilização artificial também foram discutidos durante o Seminário Jurídico.
“Evento como estes são importantes porque além do conhecimento trazido pelo palestrante, o contato com outros operadores do Direito e a troca de experiência também contribuíram para o engrandecimento profissional, principalmente para nós que estamos nos formando em Direito este ano, e que vamos nos deparar com essas demandas no dia a dia”, disse o estudante do nono período do Curso de Direito, Paulo Henrique da Silva.
Para o próximo semestre, o CEJUR estará organizando mais um Seminário Jurídico para Defensores Públicos e profissionais da área. O tema ainda está sendo discutido com a coordenação do Centro.
