O segundo dia de programação do IV Congresso de Direitos Humanos da Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO), nesta quinta-feira, 24, foi dedicado às apresentações de trabalhos científicos de defensoras e servidores públicos da Instituição.
Segundo a diretora-geral da Escola Superior da Defensoria Pública (Esdep), defensora pública Elydia Leda Barros Monteiro, esse espaço para apresentação de estudos científicos é muito importante para o processo de pesquisa dos pós-graduandos porque, a partir da exposição de dados, ainda que provisórios, de suas pesquisas é possível colher comentários, informações, sugestões do público, assim como dos demais expositores, o que qualifica os argumentos trazidos aos seus estudos.
Trabalhos apresentados
No período da manhã, a defensora pública Luciana Costa da Silva iniciou as atividades com a apresentação do artigo “Acesso à Justiça: Obstáculo econômico e Defensoria Pública”. Em seguida, a defensora pública Denize Souza Leite falou sobre seu trabalho científico que tem como tema “Audiência de Custódia enquanto garantia de Direitos Humanos: possibilidade de acesso à proteção social para pessoas negras”. Já a defensora pública Leticia Amorim destacou “Do acesso à justiça e a necessária concretização de políticas públicas em relação aos povos originários". O importante papel da Defensoria Pública do Estado do Tocantins”.
Já no período da tarde, por videoconferência, a defensora pública Téssia Gomes Carneiro apresentou o conteúdo “O CRIART e seus fios de identidade”. Dando continuidade às apresentações, o servidor da DPE-TO Lucas Souza falou sobre “O acesso à justiça e a disparidade de armas”. Finalizando o dia a servidora da DPE-TO Thais Almeida de Aguiar, trouxe o conteúdo “Artesanato tocantinense: cultura em forma de arte”.
Programação
O IV Congresso de Direitos Humanos da DPE-TO, realizado pelo Núcleo Especializados de Defesa dos Direitos Humanos (NDDH) e pela Esdep, encerra nesta sexta-feira, 26, com a oficina “Peticionamento ao Sistema Interamericano de Direitos Humanos”, com o defensor público de São Paulo, Davi Quintanilha Failde de Azevedo.