Reeducandos expõem artesanato no aniversário de Dianópolis

Dando continuidade ao Projeto Saúde e Cidadania no Sistema Prisional, a Defensoria Pública em Dianópolis, por meio do Núcleo Especializado de Assistência e Defesa ao Preso – NADEP, participou pela primeira vez dos festejos alusivos aos 128 anos de emancipação político-administrativo de Dianópolis, nos dias 24, 25 e 26 de agosto, onde foram expostos os artesanatos produzidos pelos reeducandos da CPP de Dianópolis.
Os produtos expostos foram confeccionados com linha de crochê, barbantes, tecidos, e dobraduras de papel. O NADEP em Dianópolis é coordenado pelo diretor regional do Núcleo da Defensoria, defensor público Daniel Silva Gezoni.
A apresentação dos trabalhos foi organizada pela analista em Serviço Social da Defensoria Pública Cilda Ledi Bley, com apoio dos familiares dos reeducandos e da Secretaria Municipal de Cultura, Meio Ambiente e Turismo de Dianópolis. Segundo a executora do Projeto, o objetivo é quebrar preconceitos e mostrar que, mesmo dentro dos presídios, os reeducandos têm a sua promoção humana e participam de atividades pedagógicas e de produção cultural.
O defensor público Daniel Silva Gezoni ressaltou que o esforço da Instituição é no sentido de quebrar preconceitos e estereótipos acerca dos reeducandos.
Os produtos expostos foram confeccionados com linha de crochê, barbantes, tecidos, e dobraduras de papel. O NADEP em Dianópolis é coordenado pelo diretor regional do Núcleo da Defensoria, defensor público Daniel Silva Gezoni.
A apresentação dos trabalhos foi organizada pela analista em Serviço Social da Defensoria Pública Cilda Ledi Bley, com apoio dos familiares dos reeducandos e da Secretaria Municipal de Cultura, Meio Ambiente e Turismo de Dianópolis. Segundo a executora do Projeto, o objetivo é quebrar preconceitos e mostrar que, mesmo dentro dos presídios, os reeducandos têm a sua promoção humana e participam de atividades pedagógicas e de produção cultural.
O defensor público Daniel Silva Gezoni ressaltou que o esforço da Instituição é no sentido de quebrar preconceitos e estereótipos acerca dos reeducandos.
