Projeto Renascer é apresentado durante Encontro Nacional do Encarceramento Feminino

A Defensoria Pública do Tocantins participou do Encontro Nacional do Encarceramento Feminino. Realizado no auditório do Conselho Nacional de Justiça, em Brasília, no último dia 29, o evento reuniu profissionais de todo o Brasil com o objetivo de discutir o contexto das mulheres no sistema prisional.
Representando o Serviço Social Criminal da Defensoria Pública do Tocantins, a assistente social Edna Maria Nunes participou de debates sobre a questão do Gênero e a Prisão, sua evolução histórica e a realidade atual; as regras de Bangkok; a saúde da mulher na prisão no âmbito nacional; o porquê do aumento da criminalidade feminina; mães e crianças no cárcere.
Durante o Encontro, a assistente social Edna Maria Nunes expôs sobre o Projeto “Renascer”, desenvolvido pela Defensoria Pública do Tocantins, por meio do Serviço Social da área criminal na Unidade Prisional Feminina de Palmas – UPFP. “Com este projeto, procuramos sancionar certas mazelas que a mulher enfrenta no cotidiano carcerário, muitas vezes acompanhada de seus filhos. Portanto, a questão prisional é um tema muito delicado em todo o país e que deve ser debatido. Todas as informações são necessárias para que possamos realizar um bom trabalho de ressocialização em nosso Estado, e nada melhor que a troca de experiências para isso acontecer de maneira cada vez mais adequada com a realidade nacional”, comentou a Assistente Social.
Ao final do Encontro Nacional do Encarceramento Feminino, foi elaborada a “Carta de Brasília” que servirá como parâmetro para a questão do cárcere feminino em todo o Brasil.
Projeto "Renascer"
Realizado pela Defensoria Pública em Palmas, é voltado às reeducandas de Unidade Prisional Feminina de Palmas e possui como objetivo sua reintegração social por meio de atividades culturais e de reflexão que potencializem suas habilidades e competências.
Atualmente, em Palmas, existem 45 reeducandas na UPFP; sendo que 80% dos casos de prisão envolvem tráfico de drogas.
Representando o Serviço Social Criminal da Defensoria Pública do Tocantins, a assistente social Edna Maria Nunes participou de debates sobre a questão do Gênero e a Prisão, sua evolução histórica e a realidade atual; as regras de Bangkok; a saúde da mulher na prisão no âmbito nacional; o porquê do aumento da criminalidade feminina; mães e crianças no cárcere.
Durante o Encontro, a assistente social Edna Maria Nunes expôs sobre o Projeto “Renascer”, desenvolvido pela Defensoria Pública do Tocantins, por meio do Serviço Social da área criminal na Unidade Prisional Feminina de Palmas – UPFP. “Com este projeto, procuramos sancionar certas mazelas que a mulher enfrenta no cotidiano carcerário, muitas vezes acompanhada de seus filhos. Portanto, a questão prisional é um tema muito delicado em todo o país e que deve ser debatido. Todas as informações são necessárias para que possamos realizar um bom trabalho de ressocialização em nosso Estado, e nada melhor que a troca de experiências para isso acontecer de maneira cada vez mais adequada com a realidade nacional”, comentou a Assistente Social.
Ao final do Encontro Nacional do Encarceramento Feminino, foi elaborada a “Carta de Brasília” que servirá como parâmetro para a questão do cárcere feminino em todo o Brasil.
Projeto "Renascer"
Realizado pela Defensoria Pública em Palmas, é voltado às reeducandas de Unidade Prisional Feminina de Palmas e possui como objetivo sua reintegração social por meio de atividades culturais e de reflexão que potencializem suas habilidades e competências.
Atualmente, em Palmas, existem 45 reeducandas na UPFP; sendo que 80% dos casos de prisão envolvem tráfico de drogas.
