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Defensoria Pública do Estado do Tocantins
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Projeto “Renascer” é apresentado durante Encontro Nacional do Encarceramento Feminino

Detalhe da sede de atendimentos da Defensoria Pública, em Palmas, em abril de 2026
Detalhe da sede de atendimentos da Defensoria Pública, em Palmas, em abril de 2026 — DPE-TO
A Defensoria Pública do Tocantins participou do Encontro Nacional do Encarceramento Feminino. Realizado no auditório do Conselho Nacional de Justiça, em Brasília, no último dia 29, o evento reuniu profissionais de todo o Brasil com o objetivo de discutir o contexto das mulheres no sistema prisional.

Representando o Serviço Social Criminal da Defensoria Pública do Tocantins, a assistente social Edna Maria Nunes participou de debates sobre a questão do Gênero e a Prisão, sua evolução histórica e a realidade atual; as regras de Bangkok; a saúde da mulher na prisão no âmbito nacional; o porquê do aumento da criminalidade feminina; mães e crianças no cárcere.

Durante o Encontro, a assistente social Edna Maria Nunes expôs sobre o Projeto “Renascer”, desenvolvido pela Defensoria Pública do Tocantins, por meio do Serviço Social da área criminal na Unidade Prisional Feminina de Palmas – UPFP. “Com este projeto, procuramos sancionar certas mazelas que a mulher enfrenta no cotidiano carcerário, muitas vezes acompanhada de seus filhos. Portanto, a questão prisional é um tema muito delicado em todo o país e que deve ser debatido. Todas as informações são necessárias para que possamos realizar um bom trabalho de ressocialização em nosso Estado, e nada melhor que a troca de experiências para isso acontecer de maneira cada vez mais adequada com a realidade nacional”, comentou a Assistente Social.

Ao final do Encontro Nacional do Encarceramento Feminino, foi elaborada a “Carta de Brasília” que servirá como parâmetro para a questão do cárcere feminino em todo o Brasil.

Projeto "Renascer"

Realizado pela Defensoria Pública em Palmas, é voltado às reeducandas de Unidade Prisional Feminina de Palmas e possui como objetivo sua reintegração social por meio de atividades culturais e de reflexão que potencializem suas habilidades e competências.

Atualmente, em Palmas, existem 45 reeducandas na UPFP; sendo que 80% dos casos de prisão envolvem tráfico de drogas.









Projeto “Renascer” é apresentado durante Encontro Nacional do Encarceramento Feminino | DPE-TO