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Defensoria Pública do Estado do Tocantins
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Novo sistema de votação é aprovado por unanimidade na DPE-TO

Equipe da TI
Equipe da TI — Loise Maria

Acessibilidade, praticidade, inovação e agilidade. Tais conceitos definem o novo sistema de votação instituído pela Diretoria de Tecnologia de Informação na DPE-TO – Defensoria Pública do Estado do Tocantins. O voto eletrônico foi utilizado pela primeira vez em um processo eleitoral da Instituição na terça-feira, 23, durante a votação para novos Membros do Conselho Superior. Os Defensores Públicos votaram pela internet, por meio de acesso em sistema com login e senha pessoais, intransferíveis e irrestritos. 

O novo sistema garantiu aumento da participação dos eleitores durante o processo eleitoral, com a participação de 100% de votantes. De acordo com o diretor de TI - Tecnologia de Informação da DPE-TO, Luiz Philipe, o sistema de votação eletrônica foi pensado para agilizar e otimizar o processo de votação das eleições de Conselheiros e de Defensor Público Geral. “A ideia que se tinha do sistema era de que fosse possível alcançar o maior número possível de votantes ou até mesmo a sua totalidade, permitindo que os Membros da DPE-TO votassem sem precisar se deslocar até a Sede Administrativa da Defensoria e sem ter que suspender as suas atividades diárias, sem deixar de lado a segurança, integridade e continuidade do sistema, garantindo a legitimidade dos votos e da eleição”, aponta.

De acordo com o Diretor, dentre as principais vantagens do novo sistema se destacam a segurança e a agilidade, pois foi possível saber o resultado da apuração com um prazo de cerca de dez minutos depois do encerramento da eleição. “A facilidade oferecida pelo sistema online é a praticidade, economia e confiabilidade, onde a abertura da eleição e a apuração só podem ser realizadas com a autenticação necessária de ao menos três membros da comissão eleitoral”, descreve.

 

Modernidade

O defensor público geral, Marlon Costa Luz Amorim, aprovou o novo sistema de voto eletrônico e reforçou que a intenção é de que os próximos processos eleitorais siga o mesmo formato, garantindo ainda mais modernidade à gestão. “A equipe de TI, mais uma vez, está de parabéns pelo excelente trabalho que vem realizando na Defensoria Pública, são os grandes responsáveis pela modernização da Instituição. Neste processo eleitoral garantiu-se acessibilidade, agilidade e credibilidade ao pleito, demonstrando mais um salto de inovação. É a primeira vez que houve participação absoluta dos Membros para a escolha dos Conselheiros sem que houvesse deslocamento e despesas e, mais ainda, sem comprometer o atendimento ao Assistido”, avaliou o Defensor Público Geral.

O superintendente de Defensores Públicos, Fabrício Akitaya, lembra que o voto eletrônico foi pensado e criado para conferir maior agilidade e transparência às eleições institucionais, mas em especial para desonerar os Defensores que residem no interior de deslocamento à Capital apenas para votar, pois no Tocantins há Comarcas distantes 600 km da Capital. “A maior prova do sucesso do voto eletrônico está nos números, pois todos os Defensores Públicos aptos a votar exerceram o seu direito, não havendo nenhuma abstenção, nem mesmo dos eleitores em gozo de férias ou licenciados”, disse Akitaya.

 

Defensores

É o caso da defensora pública Carolina Ungarelli que, apesar estar de estar licenciada para fazer curso no exterior, não deixou de exercer o seu direito, graças ao sistema de votação online. Ela votou pela internet da cidade de Toulouse, na França, e, para ela, a instituição demonstrou o seu compromisso com o exercício da democracia quando possibilitou, independente da distância, a participação de todos nas eleições internas, por meio do voto eletrônico. “Participar do processo eletivo interno, com o voto eletrônico demonstra o compromisso da Defensoria em assegurar o exercício da democracia independente da distância”, avaliou.

O novo sistema foi aprovado, principalmente, pelos Defensores Públicos do interior do Estado, que antes tinham de viajar por quilômetros de distância para votar na Capital. A defensora Sônia Barbosa, de Araguatins, é uma delas e definiu o novo sistema como ágil e inovador. “Amei o novo sistema, o voto eletrônico é uma maravilha. Antes eu tinha de viajar correndo risco na estrada, com muita despesa, perdendo quase dois dias de trabalho e em uma viagem muito cansativa”, expôs a Defensora Pública. Ela espera que a votação para membro de Conselho Superior seja a primeira etapa de uma nova fase de inovação tecnológica na Defensoria. “Consegui concluir toda a votação em menos de cinco minutos, o sistema é muito simples, muito rápido, quero muito que daqui pra frente seja sempre assim”, considera.

A defensora pública Silvânia Barbosa Pimentel, diretora regional de Gurupi, disse que o voto eletrônico foi uma excelente ferramenta criada pela equipe da TI. “Possibilitou a nós Defensores Públicos exercer o nosso direito a voto de forma cômoda e segura, uma vez que não precisamos nos deslocar até a Capital. O voto eletrônico permitiu a participação de todos, legitimando de sobremaneira o processo eleitoral, sem prejudicar o atendimento ao nosso Assistido.”

 

Equipe

O sistema eletrônico é automatizado pelo programa desenvolvido pelos analistas e programadores da DPE-TO, importando-se com a autenticidade, segurança e confiabilidade dos votos emitidos através do Sistema. “Não podemos deixar de mencionar o ótimo trabalho de toda a equipe da DTI que ajudou testando, consolidando, fornecendo a infraestrutura necessária para o funcionamento do sistema e no suporte necessário no dia da eleição”, aponta Luiz Philipe.

Foram desenvolvedores do sistema os profissionais Presley McQuade Nogueira Costa, Fábio Castro Araújo e Luiz Philipe Dias.  Na coordenadoria de Manutenção atuaram Leandro Muniz Galvão, Rakocyano Lima, Jeferson Schommer, Rangel Cavalcante e Ricardo Silva; foram técnicos das diretorias regionais Glauber Claudino, Edriel Pletsch, Andre Ângelo, Brunno Franklin, Cecília Morgana, César Vicente, Othavio Rhegis, Vanilson Saraiva, Josemir Almeida, Helton Veloso e Cleison de Queiroz; na coordenadoria de Desenvolvimento Tecnológico trabalharam os técnicos Mayra Francielle, Raiene Elen Pontes, Bruno Savyo de Freitas, Tiago de Almeida Machado, Thiago Magalhães, Fabio Caritas, Charles Alex Rockenbach, Victor Guimarães, Luiz Araujo Carvalho, Lucas Magno e Pedro Henrique Mendes. A coordenadoria de Redes foi composta por Willian Brito, João Paulo Resende e Frederico Souza de Abreu.

 

Inovação

O novo sistema de votação na Defensoria Pública é apenas uma das iniciativas que integram um pacote de atividades da equipe de Tecnologia de Informação que visam garantir ainda mais modernidade à Instituição. Segundo Luiz Philipe, o voto eletrônico é fruto de uma metodologia de desenvolvimento de software implantada recentemente na Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI), que permite desenvolver softwares que de fato atendam às necessidades da Instituição e de cada usuário. No dia 3 de julho, a equipe da TI estará lançando um pacote de novidades que contribuirão para diversos setores da DPE-TO, como os sistemas de Patrimônio, Transporte, Portal, Seraph, Chronus e Help-desk (sistemas de atendimento).

 

Texto: Cinthia Abreu

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