Mulheres do Assentamento Flor da Serra recebem orientação jurídica

O Projeto “Divulgando os Direitos das Mulheres nos Assentamentos Rurais” já está chegando a mais mulheres. Nesta quarta-feira, 7, a defensora pública Letícia Amorim realizou roda de conversas no Assentamento Flor da Serra, em Porto Nacional.
As demandas jurídicas das mulheres que residem em assentamentos do Tocantins são focos do Projeto lançado pela Defensoria Pública do Tocantins. A ação consiste em realizar rodas de conversa entre Defensores Públicos e comunidade para orientação e divulgação dos direitos da mulher, que tem dificuldades de acesso à justiça.
No Assentamento Flor da Serra, além da orientação sobre a Lei Maria da Penha, foram realizados atendimentos jurídicos. “A roda de conversas foi altamente produtiva e incrementada por apresentação no datashow de temas que suscitam dúvidas entre as mulheres rurais, tais como licença maternidade, pensão por morte, aposentadoria e violência doméstica. Fizemos alguns atendimentos que orientaram as mulheres rurais a buscarem os seus direitos, já que tinham mulheres que nunca receberam uma orientação neste sentido”, afirmou a Defensora Pública.
Uma delas é a lavradora Irene Cardoso Bispo. Ela é moradora do Assentamento há mais de dez anos, desde o começo da implantação do Projeto de assentados. De acordo com Irene, ela nunca teve acesso à justiça. “Eu não sabia de muita coisa. Foi interessante saber que a violência doméstica contra a mulher não é só a física. Hoje, fiquei sabendo que existe a violência psicológica e que os maridos e companheiros não podem xingar, humilhar as mulheres com quem convivem”, afirmou a Assistida.
A Defensoria recebeu o auxílio de uma funcionaria da Secretária de Agricultora
do Município de Porto Nacional que acompanhará todo o Projeto.
As demandas jurídicas das mulheres que residem em assentamentos do Tocantins são focos do Projeto lançado pela Defensoria Pública do Tocantins. A ação consiste em realizar rodas de conversa entre Defensores Públicos e comunidade para orientação e divulgação dos direitos da mulher, que tem dificuldades de acesso à justiça.
No Assentamento Flor da Serra, além da orientação sobre a Lei Maria da Penha, foram realizados atendimentos jurídicos. “A roda de conversas foi altamente produtiva e incrementada por apresentação no datashow de temas que suscitam dúvidas entre as mulheres rurais, tais como licença maternidade, pensão por morte, aposentadoria e violência doméstica. Fizemos alguns atendimentos que orientaram as mulheres rurais a buscarem os seus direitos, já que tinham mulheres que nunca receberam uma orientação neste sentido”, afirmou a Defensora Pública.
Uma delas é a lavradora Irene Cardoso Bispo. Ela é moradora do Assentamento há mais de dez anos, desde o começo da implantação do Projeto de assentados. De acordo com Irene, ela nunca teve acesso à justiça. “Eu não sabia de muita coisa. Foi interessante saber que a violência doméstica contra a mulher não é só a física. Hoje, fiquei sabendo que existe a violência psicológica e que os maridos e companheiros não podem xingar, humilhar as mulheres com quem convivem”, afirmou a Assistida.
A Defensoria recebeu o auxílio de uma funcionaria da Secretária de Agricultora
do Município de Porto Nacional que acompanhará todo o Projeto.
