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Defensoria Pública do Estado do Tocantins
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IV Diagnóstico sobre a Defensoria Pública no Brasil já está disponível

Detalhe da sede de atendimentos da Defensoria Pública, em Palmas, em abril de 2026
Detalhe da sede de atendimentos da Defensoria Pública, em Palmas, em abril de 2026 — DPE-TO
 

Lançado no dia 18 de dezembro de 2015, o IV Diagnóstico da Defensoria Pública no Brasil foi elaborado no âmbito do projeto Fortalecimento do Acesso à Justiça no Brasil, parceria entre a Secretaria de Reforma do Judiciário (SRJ/MJ), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores (ABC/MRE).   Clique aqui e confira o IV Diagnóstico na íntegra.   Os dados da pesquisa mostram que importantes avanços ocorreram desde o último levantamento como o aumento do número de atendimentos, do número de comarcas atendidas e da percepção de exercício efetivo da autonomia da defensoria. Os números para a maneira com que os defensores se comunicam com a sociedade apontam que 91% dos cidadãos recorrem ao atendimento presencial, enquanto 63,9% recorrem à Ouvidoria.   Conforme o Diagnóstico, hoje faltam defensores públicos em 61% das comarcas brasileiras. Ou seja, há 5.528 defensores atuando em 1.088 das 2.727 comarcas do País. A média nacional de atendimento por comarca gira em torno de 40%.     Para o presidente da ANADEP, Joaquim Neto, o IV diagnóstico será um instrumento importante para a Associação Nacional durante as atividades legislativas no Congresso Nacional e também durante os diálogos com o Poder Executivo e Judiciário. “A pesquisa mostra que ainda temos muitos desafios pela frente. A Defensoria é uma Instituição nova dentro do sistema de justiça, mas que hoje é essencial para o acesso à justiça. Milhões de brasileiros necessitam dos nossos serviços. O defensor público é um agente da transformação social e nestes tempos de crise, o qual nosso país passa, nosso trabalho é fundamental”, pontuou.   Segundo Joaquim Neto, as respostas dos defensores públicos mostram que a categoria entende que é necessário um olhar atento para as prioridades e necessidades da categoria. Para o presidente da ANADEP, “uma Defensoria Pública autônoma terá uma atuação muito mais abrangente em todas as comarcas do país. Temos que ter condições para nos instrumentalizar, para crescer e ampliar nosso atendimento. Tal qual a EC 80/2014 preconiza, a ANADEP deseja que até 2022 desejamos estar não apenas em todas as comarcas do Brasil, mas que possamos realizar um trabalho de excelências em todas elas”, afirma o presidente da ANADEP.   Entre as prioridades apontadas pelos defensores públicos nas respostas livres estão: ampliação do quadro de defensores. servidores de apoio e estagiários nas Defensorias; a garantia de autonomia administrativa, funcional e financeira da Instituição e o fortalecimento institucional. Em sequência citam também a criação do Conselho Nacional da Defensoria Pública e a presença da Defensoria na Lei de Responsabilidade Fiscal.   Sobre o Estudo: O Diagnóstico, que surgiu em 2004, possui o objetivo de dar continuidade à série histórica de pesquisas sobre a defensoria pública no Brasil. A versão online da IV edição é novidade e disponibiliza os bancos de dados utilizados para embasamento do estudo.  A pesquisa foi realizada por meio de questionário enviado a todos os defensores públicos estaduais e federais e, para que a pesquisa tivesse validade, foi necessário atingir uma amostra representativa em cada estado.   A pesquisa contou com a participação da Associação Nacional dos Defensores Públicos (ANADEP), do Colégio Nacional de Defensores Públicos-Gerais (CONDEGE) e da Defensoria Pública da União, que, além de integrarem a Comissão, tiveram papel decisivo na sensibilização e mobilização dos defensores para o preenchimento dos questionários.   Texto: Ascom Anadep
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