Defensoria Pública em Cristalândia firma parcerias para realização de exames de DNA

A Defensoria Pública em Cristalândia firmou parcerias com os municípios de Cristalândia, Nova Rosalândia e Lagoa da Confusão, que fazem parte da Comarca de Cristalândia, para a realização de exames de DNA custeados pelos municípios. Nesta semana, foi realizado o primeiro exame, resultado de uma ação de investigação de paternidade, fruto dessa parceria.
De acordo com a defensora Elisa Maria Sousa, muitos assistidos procuram a Defensoria Pública para ingressar com Ação de Investigação de Paternidade, o que necessita de realização de exame de DNA. “Como chegam à Defensoria Pública muitos casos envolvendo investigação de paternidade e, em sua grande maioria, os assistidos não dispõem de recursos financeiros para efetuar o pagamento do referido exame, fica difícil realizá-lo. Com essa parceria, é mais célere e não há necessidade de ingressar com ação judicial”, afirmou Elisa Sousa.
Ficou acordado que cada município pagaria uma cota mensal de 3 exames; a Defensoria Pública encaminhará ofício solicitando o exame; a Secretaria de Saúde agendará a data para a realização do exame, em que o resultado ficará pronto em 30 dias; e ainda, a Defensoria Pública será responsável em comunicar as partes, marcar a audiência para a abertura do envelope e dar continuidade ao processo.
O primeiro exame de DNA, fruto dessa parceria, aconteceu nesta terça-feira, 13. Um reeducando que cumpre pena no regime semiaberto compareceu ao laboratório, contando com a participação dos investigados. “Esse é um grande passo para a Defensoria Pública. Sem necessidade de qualquer meio judicial, conseguimos esse exame que vai contribuir muito para garantir os direitos dos cidadãos”, comemorou a defensora pública Elisa Sousa.
De acordo com a defensora Elisa Maria Sousa, muitos assistidos procuram a Defensoria Pública para ingressar com Ação de Investigação de Paternidade, o que necessita de realização de exame de DNA. “Como chegam à Defensoria Pública muitos casos envolvendo investigação de paternidade e, em sua grande maioria, os assistidos não dispõem de recursos financeiros para efetuar o pagamento do referido exame, fica difícil realizá-lo. Com essa parceria, é mais célere e não há necessidade de ingressar com ação judicial”, afirmou Elisa Sousa.
Ficou acordado que cada município pagaria uma cota mensal de 3 exames; a Defensoria Pública encaminhará ofício solicitando o exame; a Secretaria de Saúde agendará a data para a realização do exame, em que o resultado ficará pronto em 30 dias; e ainda, a Defensoria Pública será responsável em comunicar as partes, marcar a audiência para a abertura do envelope e dar continuidade ao processo.
O primeiro exame de DNA, fruto dessa parceria, aconteceu nesta terça-feira, 13. Um reeducando que cumpre pena no regime semiaberto compareceu ao laboratório, contando com a participação dos investigados. “Esse é um grande passo para a Defensoria Pública. Sem necessidade de qualquer meio judicial, conseguimos esse exame que vai contribuir muito para garantir os direitos dos cidadãos”, comemorou a defensora pública Elisa Sousa.
