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Defensoria Pública do Estado do Tocantins
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Defensoria Pública consegue liberdade de assistida presa injustamente

Detalhe da sede de atendimentos da Defensoria Pública, em Palmas, em abril de 2026
Detalhe da sede de atendimentos da Defensoria Pública, em Palmas, em abril de 2026 — DPE-TO
A Defensoria Pública do Tocantins, por meio do defensor público Hud Ribeiro Silva, conseguiu a liberdade de uma assistida cuja Prisão Preventiva foi decretada quando a mesma já havia se apresentado espontaneamente à delegacia de São Sebastião para depoimento.

A assistida teria agido em legítima defesa em crime de homicídio, fato ocorrido no dia 18 de outubro. Acompanhada pelo defensor público Hud Ribeiro, a mesma compareceu à delegacia, na sexta-feira, 22, onde foi ouvida pela escrivã, e após sua oitiva, foi abordada por policiais, os quais apresentaram um mandado de Prisão contra a mesma.

Ao presenciar o ocorrido, o Defensor Público dirigiu-se rapidamente à Comarca de Augustinópolis, entrando em contato com o Juiz, que desconhecia o fato de que a assistida já havia se apresentado espontaneamente para depoimento, alegando que a delegada lhe comunicara que a mesma pretendia fugir para São Paulo e que a prisão deveria ser decretada de imediato. O Defensor Público elaborou então, no mesmo dia, a petição, repassando-a ao Juiz no dia seguinte, sábado, 23, juntamente com os documentos, o qual decidiu pela revogação da Prisão Preventiva.

Já no domingo, 24, no período matutino, o defensor Hud Ribeiro conseguiu, junto com a assessora do Juiz, cumprir o alvará de soltura e então libertar a assistida. Para o Defensor Público, a assistida fora vítima de injustiça, eis que decretada sua prisão mesmo após a sua apresentação espontânea, fato que fora omitido do juiz. Além disso, o horário do registro de protocolo constante da petição indica que a mesma foi protocolada no Cartório da Vara Crime após a apresentação espontânea da Assistida.










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