Defensoria Pública compõe Comitê Estadual de Combate às Drogas

A Defensoria Pública do Tocantins passou a fazer parte do Comitê Estadual de Combate às Drogas. Na semana passada, o defensor público Júlio César Cavalcanti participou de uma reunião, na sede da organização Jaime Câmara, juntamente entidades de proteção ligadas à criança e ao adolescente e instituições ligadas à segurança pública, como Exército Brasileiro; Polícia Federal; Polícia Civil e Polícia Militar; e órgãos governamentais como Secretaria Estadual da Educação; Secretaria Estadual da Juventude; entre outros.
O trabalho de prevenção vai ser voltado, principalmente, à criança e ao adolescente, que segundo o comitê, são os públicos mais vulneráveis. O grupo conta com o apoio da TV Anhanguera que irá auxiliar na coordenação dos trabalhos, sendo coordenado principalmente pelo Exército Brasileiro.
Todos os representantes puderam se pronunciar trazendo a seguinte resposta: Como seu órgão poderá contribuir no combate ao uso de drogas?
Como representante da Defensoria Pública, Júlio César expôs os conflitos familiares vivenciados pelos dependentes químicos, tais como: alcoolismo na família, agressões físicas familiares, questão do reconhecimento de paternidade e por consequência o direito a pensão, além disso, a necessidade de aplicação de medidas de proteção ao menor usuário de droga, a fim de que se busque o auxílio e a responsabilização da família. As propostas da Defensoria Pública foram aprovadas pela comissão e posteriormente, enviadas por escrito.
O trabalho de prevenção vai ser voltado, principalmente, à criança e ao adolescente, que segundo o comitê, são os públicos mais vulneráveis. O grupo conta com o apoio da TV Anhanguera que irá auxiliar na coordenação dos trabalhos, sendo coordenado principalmente pelo Exército Brasileiro.
Todos os representantes puderam se pronunciar trazendo a seguinte resposta: Como seu órgão poderá contribuir no combate ao uso de drogas?
Como representante da Defensoria Pública, Júlio César expôs os conflitos familiares vivenciados pelos dependentes químicos, tais como: alcoolismo na família, agressões físicas familiares, questão do reconhecimento de paternidade e por consequência o direito a pensão, além disso, a necessidade de aplicação de medidas de proteção ao menor usuário de droga, a fim de que se busque o auxílio e a responsabilização da família. As propostas da Defensoria Pública foram aprovadas pela comissão e posteriormente, enviadas por escrito.
