Defensoras e Servidoras de Gurupi participam de café da manhã

Para encerrar a Semana de Comemoração do Dia Internacional da Mulher, a diretora do Núcleo Regional da Defensoria Pública em Gurupi, Lara Gomides Nóbrega de Souza, ofereceu um Café da Manhã para as defensoras e a servidoras, estendido a todos os servidores, na manhã desta sexta-feira, 8.
Um momento de confraternização e reconhecimento da atuação das mulheres que compõe a equipe. “Mas de 100 mulheres morreram lutando pelos seus direitos em uma fábrica no ano de 1857. Direitos esses que hoje podem parecer uma coisa tão banal e tão normal, mas que há algum tempo atrás mulheres morreram ao lutar por eles”, reforçou a defensora Lara Gomides Nóbrega de Souza.
Para o defensor Neuton Jardim dos Santos a data é simbólica, mas a reflexão sobre o Dia Internacional da mulher precisa ser diário. “Não é só o dia de hoje que é o Dia Internacional da Mulher, mas todos os dias. Essa reflexão tem que ser permanente e contínua, de valorização e ampliação dos direitos da mulher”.
Semana da Mulher
O Núcleo Regional da Defensoria Pública em Gurupi realizou programação especial em alusão ao Dia Internacional da Mulher, do dia 4 a 7 de março. Durante a semana, foram realizadas palestras para os assistidos que estavam aguardando atendimento na sala de espera da Defensoria Pública. Foram abordados temas como direitos da mulher, violência doméstica, suas causas/consequências e onde buscar ajuda nos órgãos de auxílio e proteção às vitimas. Já no dia 7, foi realizado um dia de atividades de saúde, beleza, lazer e informação com as reeducandas da Cadeia Feminina de Figueirópolis, com apoio do Centro de Integração da Mulher do município de Gurupi.
Dia da Mulher
No ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as 129 mulheres que morreram carbonizadas numa fábrica em Nova Iorque, em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas). (Fonte: http://www.suapesquisa.com )
Um momento de confraternização e reconhecimento da atuação das mulheres que compõe a equipe. “Mas de 100 mulheres morreram lutando pelos seus direitos em uma fábrica no ano de 1857. Direitos esses que hoje podem parecer uma coisa tão banal e tão normal, mas que há algum tempo atrás mulheres morreram ao lutar por eles”, reforçou a defensora Lara Gomides Nóbrega de Souza.
Para o defensor Neuton Jardim dos Santos a data é simbólica, mas a reflexão sobre o Dia Internacional da mulher precisa ser diário. “Não é só o dia de hoje que é o Dia Internacional da Mulher, mas todos os dias. Essa reflexão tem que ser permanente e contínua, de valorização e ampliação dos direitos da mulher”.
Semana da Mulher
O Núcleo Regional da Defensoria Pública em Gurupi realizou programação especial em alusão ao Dia Internacional da Mulher, do dia 4 a 7 de março. Durante a semana, foram realizadas palestras para os assistidos que estavam aguardando atendimento na sala de espera da Defensoria Pública. Foram abordados temas como direitos da mulher, violência doméstica, suas causas/consequências e onde buscar ajuda nos órgãos de auxílio e proteção às vitimas. Já no dia 7, foi realizado um dia de atividades de saúde, beleza, lazer e informação com as reeducandas da Cadeia Feminina de Figueirópolis, com apoio do Centro de Integração da Mulher do município de Gurupi.
Dia da Mulher
No ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as 129 mulheres que morreram carbonizadas numa fábrica em Nova Iorque, em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas). (Fonte: http://www.suapesquisa.com )
