Defensor Público participa do XXIII Congresso da ABMP

O defensor público Joaquim Pereira dos Santos participou, entre os dias 5 e 7 de maio, do XXIII Congresso da Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e da Juventude (ABMP). O Encontro aconteceu no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, em Brasília.
Reunindo autoridades e entidades de vários países, entre eles, Brasil, Inglaterra, França, Chile e Uruguai, a proposta da ABMP é estabelecer paralelos entre procedimentos adotados pelo Brasil e as experiências estrangeiras.
Como em suas edições anteriores, o Congresso não se restringiu ao Sistema de Justiça. A proposta foi promover uma abordagem interinstitucional e interdisciplinar em todas as mesas, por isso, participaram do evento além de magistrados, promotores e defensores públicos, também conselheiros, educadores, assistentes sociais, psicólogos, comunicadores, entre outros profissionais.
O Congresso permitiu abordagem de diversos temas, como: O direito à prática de crianças e adolescentes; A representação legal de crianças e adolescentes e sua defesa judicial; Metodologias de atendimento de adolescentes em conflito com a lei; Questões controversas em relação à adoção; Aplicabilidade da Lei Maria da Penha na área da infância e juventude; Violência nas escolas; Direitos sexuais e reprodutivos; Orçamento público e controle judicial de políticas públicas, entre outros.
Reunindo autoridades e entidades de vários países, entre eles, Brasil, Inglaterra, França, Chile e Uruguai, a proposta da ABMP é estabelecer paralelos entre procedimentos adotados pelo Brasil e as experiências estrangeiras.
Como em suas edições anteriores, o Congresso não se restringiu ao Sistema de Justiça. A proposta foi promover uma abordagem interinstitucional e interdisciplinar em todas as mesas, por isso, participaram do evento além de magistrados, promotores e defensores públicos, também conselheiros, educadores, assistentes sociais, psicólogos, comunicadores, entre outros profissionais.
O Congresso permitiu abordagem de diversos temas, como: O direito à prática de crianças e adolescentes; A representação legal de crianças e adolescentes e sua defesa judicial; Metodologias de atendimento de adolescentes em conflito com a lei; Questões controversas em relação à adoção; Aplicabilidade da Lei Maria da Penha na área da infância e juventude; Violência nas escolas; Direitos sexuais e reprodutivos; Orçamento público e controle judicial de políticas públicas, entre outros.
