ARTIGO: Os desafios da moderna Comunicação Pública

A Defensoria Pública tem um desafio de tornar-se íntima da sua clientela, os hipossuficientes, para que seus serviços sejam acessados de maneira mais universal. Embora tenha sido criada na Constituição de 1988, somente nos últimos anos, a Instituição ganhou ‘musculatura’ suficiente para iniciar um processo de universalização de seus serviços.
Isso impõe um desafio à Comunicação para conscientizar não só a clientela da Instituição, mas a população em geral sobre as suas reais atribuições e peculiaridades. O Defensor Público não é simplesmente o advogado de graça pago pelo Estado. É mais que isso, é um poderoso instrumento de geração de cidadania.
Percebemos que esse desafio vem sendo vencido com um contínuo esforço por parte dos integrantes da Defensoria em dar visibilidade aos seus serviços, não apenas com o objetivo de reforçar o marketing da Instituição, mas, sobretudo, de imprimir um caráter pedagógico às ações de forma a motivar os desassistidos a buscarem seus direitos via Defensoria Pública, ou Ministério Público.
Neste esforço, a Imprensa tem sido fundamental ao abrir o espaço para o debate sobre a importância da assistência jurídica e o papel da Defensoria Pública que, agora, ganha uma outra dimensão com as ações coletivas, iniciativa nem sempre interpretada corretamente pelos demais Poderes, mas que, por outro lado, reforça a autonomia da Defensoria.
O Defensor Público está cada vez mais consciente de que além de suas atribuições rotineiras também exerce o papel de porta-voz da Instituição, ajudando na superação deste problema de Comunicação. O investimento que a instituição faz nos profissionais ao instituir um Curso de Comunicação Integrada vai se refletir também na qualidade do serviço prestado e resultar numa imagem ainda mais positiva da Defensoria Pública, fundamental para que ela exerça sua influência em debates de grande porte.
A moderna Comunicação Pública exige respeito aos contribuintes e aos beneficiários diretos. E aí entram questões como transparência, honestidade e agilidade na transmissão da informação; cumprindo, assim, o preceito constitucional da publicidade nas ações públicas. Uma tarefa que é de todos os integrantes da Instituição, e não mais exclusividade de uma Assessoria de Comunicação. Estes conceitos hoje estão sendo implantados na Comunicação da Defensoria que já pode se considerar na vanguarda da Comunicação Pública no Tocantins.
Isso impõe um desafio à Comunicação para conscientizar não só a clientela da Instituição, mas a população em geral sobre as suas reais atribuições e peculiaridades. O Defensor Público não é simplesmente o advogado de graça pago pelo Estado. É mais que isso, é um poderoso instrumento de geração de cidadania.
Percebemos que esse desafio vem sendo vencido com um contínuo esforço por parte dos integrantes da Defensoria em dar visibilidade aos seus serviços, não apenas com o objetivo de reforçar o marketing da Instituição, mas, sobretudo, de imprimir um caráter pedagógico às ações de forma a motivar os desassistidos a buscarem seus direitos via Defensoria Pública, ou Ministério Público.
Neste esforço, a Imprensa tem sido fundamental ao abrir o espaço para o debate sobre a importância da assistência jurídica e o papel da Defensoria Pública que, agora, ganha uma outra dimensão com as ações coletivas, iniciativa nem sempre interpretada corretamente pelos demais Poderes, mas que, por outro lado, reforça a autonomia da Defensoria.
O Defensor Público está cada vez mais consciente de que além de suas atribuições rotineiras também exerce o papel de porta-voz da Instituição, ajudando na superação deste problema de Comunicação. O investimento que a instituição faz nos profissionais ao instituir um Curso de Comunicação Integrada vai se refletir também na qualidade do serviço prestado e resultar numa imagem ainda mais positiva da Defensoria Pública, fundamental para que ela exerça sua influência em debates de grande porte.
A moderna Comunicação Pública exige respeito aos contribuintes e aos beneficiários diretos. E aí entram questões como transparência, honestidade e agilidade na transmissão da informação; cumprindo, assim, o preceito constitucional da publicidade nas ações públicas. Uma tarefa que é de todos os integrantes da Instituição, e não mais exclusividade de uma Assessoria de Comunicação. Estes conceitos hoje estão sendo implantados na Comunicação da Defensoria que já pode se considerar na vanguarda da Comunicação Pública no Tocantins.
