Artigo: Gestão de Pessoas: Uma nova perspectiva na Defensoria Pública do Tocantins

A Defensoria Pública em Paraíso do Tocantins vivencia um momento ímpar em sua construção histórica. No dia 19 de novembro de 2012, foram empossados os primeiros servidores do quadro efetivo da Instituição, fato que por si só é relevante, seguido de novas posses no decorrer da passagem do ano de 2012 e início de 2013. Com isso, ocorreu uma mudança significativa em toda sua estrutura organizacional, inclusive na cultura já construída.
Tais mudanças estão ligadas a exoneração de aproximadamente 90% dos servidores contratados, percentual agora transformado em efetivos, o que significou uma intensa renovação da Instituição.
Com a chegada desses novos servidores, ainda não familiarizados com o ambiente, e por atualmente ser maioria, é comum que esses busquem uma referência para formar sua identidade profissional na organização. Portanto, nesse momento tão diferenciado, é proposto o planejamento estratégico voltado para uma gestão participativa, onde todos possam construir juntos a identidade do servidor dentro da organização, como também a imagem que se deseja para esta.
O planejamento estratégico é o processo através do qual se cria um meio sistemático para a tomada de decisões, objetivando o bom desempenho da Defensoria em seu ambiente atual e futuro, possibilitando detectar os sinais de mudança, identificar as oportunidades, planejar em sintonia com os objetivos e criar condições para desenvolver ações proativas. Sendo assim, é possível considerar que uma organização sem estratégia é um barco à deriva, fadada a ser ineficaz.
No entanto, existem inúmeras opções para obter com sucesso o desenvolvimento do planejamento estratégico, como exemplo, a inserção do modelo da gestão participativa, que aponta a importância dos servidores durante o planejamento, visto que, a própria equipe enriquece o projeto apresentando ideias e inovações de acordo com a sua realidade. E´ muito importante a comunicação entre gestores e demais servidores, esses, representam o maior capital humano da instituição, e para torna´-los cada vez mais ágeis e comprometidos, os gestores devem evitar concentrar todo poder em suas mãos.
Para a implantação do planejamento estratégico, geralmente, necessita-se de mudanças significativas na cultura e na prática gerencial da maioria dos órgãos públicos. Por esse motivo, é necessário o engajamento de todos no processo; cada servidor tem um importante papel na formação de um ambiente ideal de trabalho, seja no reconhecimento positivo dos serviços ofertados pela instituição, seja em sua motivação e na superação das dificuldades encontradas.
Durante esse processo é natural que haja mudanças, e para que essas ocorram com sucesso, é necessário falar sobre os empecilhos que se encontram no ambiente de trabalho, buscando meios de saná-los, sejam através de capacitações ou orientações dos colegas mais experientes. A ocasião requer a busca pelo crescimento de forma compartilhada, visando o ideal que se acredita alcançar para o desenvolvimento do sucesso de todos, e consequentemente, da Instituição.
Baseado na realidade do serviço público, o gestor que tiver visão organizacional, conhecimento, informação e que saiba agregar valores, ultrapassará melhor os desafios para a realização das atividades cotidianas.
Para dar início ao planejamento, o primeiro objetivo e´ avaliar se existe um problema, interpretá-lo, colher as informações centrais, supondo as intenções futuras, ou seja, avaliar, examinar a questão procurando diagnosticar e eliminar a causa, bem como atenuar o efeito e evitar que no futuro venha se tornar reincidente.
Diante disso, procuram-se soluções que possam afastar a situação que se propõe a ser resolvida de forma original, buscando ressaltar o comprometimento de todos quanto ao objetivo específico a ser alcançado, eliminando os obstáculos que possam trilhar o caminho do plano de ação.
Analisado o problema, selecionado os objetivos e o plano mais apropriado para a solução da questão, sera´ tomada a decisão para aplicação desse, se possível, na presença de todos os atores que estejam envolvidos na situação-problema. Por último, realizar uma monitoração, controle e avaliação do processo formal de planejamento, com a finalidade de garantir que o plano se desenvolva dentro dos moldes que foi elaborado, se ele está ou não alcançando o objetivo.
Ante o exposto, ressalta-se, que a implantação do Planejamento Estratégico não resolverá todos os problemas da Instituiçãocomo se acredita inicialmente. Principalmente em curto prazo. Contudo, possibilitara´ indiscutivelmente uma definição dos caminhos a seguir, dos objetivos a alcançar, das ferramentas a serem utilizadas, para a constituição de uma nova realidade administrativa.
Tais mudanças estão ligadas a exoneração de aproximadamente 90% dos servidores contratados, percentual agora transformado em efetivos, o que significou uma intensa renovação da Instituição.
Com a chegada desses novos servidores, ainda não familiarizados com o ambiente, e por atualmente ser maioria, é comum que esses busquem uma referência para formar sua identidade profissional na organização. Portanto, nesse momento tão diferenciado, é proposto o planejamento estratégico voltado para uma gestão participativa, onde todos possam construir juntos a identidade do servidor dentro da organização, como também a imagem que se deseja para esta.
O planejamento estratégico é o processo através do qual se cria um meio sistemático para a tomada de decisões, objetivando o bom desempenho da Defensoria em seu ambiente atual e futuro, possibilitando detectar os sinais de mudança, identificar as oportunidades, planejar em sintonia com os objetivos e criar condições para desenvolver ações proativas. Sendo assim, é possível considerar que uma organização sem estratégia é um barco à deriva, fadada a ser ineficaz.
No entanto, existem inúmeras opções para obter com sucesso o desenvolvimento do planejamento estratégico, como exemplo, a inserção do modelo da gestão participativa, que aponta a importância dos servidores durante o planejamento, visto que, a própria equipe enriquece o projeto apresentando ideias e inovações de acordo com a sua realidade. E´ muito importante a comunicação entre gestores e demais servidores, esses, representam o maior capital humano da instituição, e para torna´-los cada vez mais ágeis e comprometidos, os gestores devem evitar concentrar todo poder em suas mãos.
Para a implantação do planejamento estratégico, geralmente, necessita-se de mudanças significativas na cultura e na prática gerencial da maioria dos órgãos públicos. Por esse motivo, é necessário o engajamento de todos no processo; cada servidor tem um importante papel na formação de um ambiente ideal de trabalho, seja no reconhecimento positivo dos serviços ofertados pela instituição, seja em sua motivação e na superação das dificuldades encontradas.
Durante esse processo é natural que haja mudanças, e para que essas ocorram com sucesso, é necessário falar sobre os empecilhos que se encontram no ambiente de trabalho, buscando meios de saná-los, sejam através de capacitações ou orientações dos colegas mais experientes. A ocasião requer a busca pelo crescimento de forma compartilhada, visando o ideal que se acredita alcançar para o desenvolvimento do sucesso de todos, e consequentemente, da Instituição.
Baseado na realidade do serviço público, o gestor que tiver visão organizacional, conhecimento, informação e que saiba agregar valores, ultrapassará melhor os desafios para a realização das atividades cotidianas.
Para dar início ao planejamento, o primeiro objetivo e´ avaliar se existe um problema, interpretá-lo, colher as informações centrais, supondo as intenções futuras, ou seja, avaliar, examinar a questão procurando diagnosticar e eliminar a causa, bem como atenuar o efeito e evitar que no futuro venha se tornar reincidente.
Diante disso, procuram-se soluções que possam afastar a situação que se propõe a ser resolvida de forma original, buscando ressaltar o comprometimento de todos quanto ao objetivo específico a ser alcançado, eliminando os obstáculos que possam trilhar o caminho do plano de ação.
Analisado o problema, selecionado os objetivos e o plano mais apropriado para a solução da questão, sera´ tomada a decisão para aplicação desse, se possível, na presença de todos os atores que estejam envolvidos na situação-problema. Por último, realizar uma monitoração, controle e avaliação do processo formal de planejamento, com a finalidade de garantir que o plano se desenvolva dentro dos moldes que foi elaborado, se ele está ou não alcançando o objetivo.
Ante o exposto, ressalta-se, que a implantação do Planejamento Estratégico não resolverá todos os problemas da Instituiçãocomo se acredita inicialmente. Principalmente em curto prazo. Contudo, possibilitara´ indiscutivelmente uma definição dos caminhos a seguir, dos objetivos a alcançar, das ferramentas a serem utilizadas, para a constituição de uma nova realidade administrativa.
